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5 Dicas para montar seu site

5 Dicas para montar seu site

A cada dia mais as empresas percebem a importância de ter um site, seja para apresentar um produto ou serviço, para facilitar um contato, publicar conteúdo e alavancar as vendas.

Um site precisa de cuidados começando pela forma de apresentação, um bom nome (domínio) e pequenos detalhes que vamos abordar e que fazem toda a diferença na hora de levar ao cliente a sua identidade. Uma abordagem facilitada, de fácil manuseio para que seu público alvo tenha fácil acesso e não perca tempo perdido durante a navegação. O site deve ser um espelho da identidade da empresa sendo útil e dinâmico.

Não esqueça também de definir qual seu objetivo na construção do site, se é apenas um site próprio, algo institucional para facilitar a empresa de ser encontrada, ou se o objetivo é criar uma loja virtual. É importante definir para saber qual tipo de tecnologia é a mais adequada as necessidades e exigências de seu negócio.

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Dica 1: Pense como o Cliente
O site deve ser planejado de forma que facilite a vida do cliente. Precisa ser claro, com informações fáceis e de forma que ajude seu cliente a tomar a decisão de compra. É importante fazer pesquisas constantes e ver o que seus concorrentes estão fazendo para se diferenciar.

Dica 2: produção de conteúdo
Ultimamente venho falando de produção de conteúdo, acho fundamental apresentar facilidades e informações aos clientes, trazer soluções de problemas para alavancar ferramentas de busca. Sim, um bom conteúdo é capaz de atrair visitantes uma vez que a qualidade aliada ao uso correto de palavras chave por exemplo, garante uma posição no Google. Considere produzir textos, fotos e vídeos relevantes, além disso você pode utilizá-los para divulgar nas redes sociais e no e-mail marketing o que te permite atrair novos clientes.

Dica 3: Ofereça serviços
O site é seu, você pode adicionar uma ampla variedade de serviços, produtos e informações de uso e consumo dos mesmos. Tudo que faça diferença ao seu cliente é válido. Por um agendamento online, uma agenda de eventos, catálogo de serviços ou até um atendimento via chat. Inove, faça diferença na vida do seu cliente, afinal ele está a um clique de distância de você.

Dica 4: facilite o contato
Formulários são basicos, mas você já pensou em como pode facilitar ainda mais a vida de seu cliente? Que tal deixar um link que clicando ele entra em contato diretamente com a empresa via whatssap? Ou um chat?
Além do formlário pense em formas de facilitar que seu cliente chegue até você e se a empresa tiver redes sociais, as redes para aproximar e fidelizar. Ah! Tenha a certeza que sua empresa já está no Google Meu Negócio, ok?

Dica 5: Monitore
Tão importante quanto estar online é monitorar.
Você precisa saber se está no caminho certo e o que lhe mostrará isso são as ferramentas. Use e abuse das ferramentas de monitoramento [GOOGLE ANALYTICS] para compreender o comportamento do usuário do seu site. Saiba de onde estão acessando o seu site de onde ele é, o que acessam, como acessam, quais conteúdos consomem mais, quanto tempo eles passam dentro do seu site e quais problemas ele enfrenta.

Seja a solução para o seu cliente. Seu site é uma forma muito importante de estar próximo e captar clientes.

Planejamento estratégico para empreendedores

Planejamento estratégico para empreendedores

Porque alguns empreendedores tem sucesso e outros não?
A resposta é simples, alguns planejam, outros não.

O ano começou e seu planejamento estratégico da empresa já está pronto? Final de 2019 falei muito de planejamento, aspirações, intenções, sonhos..

Não sei a quanto tempo me acompanha, mas o nome da minha agência de comunicação era Stratégós7. Durante anos sonhei, planejei e estudei muito para construir uma empresa que fosse fiel as minhas crenças, que realmente estivesse de acordo com o que acredito. Como funcionário tive a oportunidade de aprender muito, experiências que me foram muito valiosas na hora de construir o meu plano de negócios e a minha empresa.

Agora vou compartilhar com você o meu ponto de vista como empreendedor e publicitário, como se fosse um bate papo, algo leve sem terminologias complicadas, vamos lá?

Ao atender clientes, observei que muitas vezes a empresa é bacana, a ideia também, mas eles não chegam lá. Não porque a empresa não é comprometida, ou porque o produto não funciona, mas por falta de estratégia. O mercado cresceu muito, com a entrada da internet o consumo mudou, a vida mudou e as empresas precisam entender que não adianta só abrir as portas, é preciso pensar em cada detalhe de como fazer isso, é preciso estratégia. E é hora de colocar em prática o planejamento estratégico, me diga você já fez o seu?

O planejamento na minha opinião é algo inerente ao ser humano, todos planejamos, mesmo que de forma inconsciente. Todos planejamos o tempo todo, na hora de preparar uma lista de afazeres, em uma festa de aniversário, uma viagem, uma recepção, ou até mesmo quando paramos e sonhamos com coisas que desejamos fazer no futuro.

Por que não deveríamos sonhar/planejar ao abrir um negocio? Planejar faz parte do dia-a-dia. Faz parte da rotina e deve ser encarado como tal. Toda vez que traçamos um objetivo, precisamos nos organizar para alcançá-lo. Traçamos metas, roteiros, organizamos etapas, pensamos nos desafios que vamos enfrentar, as oportunidades que vamos aproveitar, verbas, plano B, tudo isso nada mais é que planejamento. A sorte ajuda, mas planejar é fundamental. Principalmente no mundo empresarial.

Mas o que é planejamento estratégico?

Conceitualmente, o planejamento estratégico é um processo que determina como serão utilizados os recursos disponíveis da empresa para atingir o posicionamento desejado. O ideal é que ele ocorra de forma cíclica, ou seja, nunca tenha fim, lembra do método PDCA que escrevi para vocês? (https://brunofmorais.com.br/metodo-pdca/)

Para que o planejamento serve:
• Proporcionar a leitura do cenário atual da empresa;
• Identificar as estratégias possíveis de serem utilizadas, decidindo qual delas é a mais apropriada para o momento;
• Priorizar as ações que devem ser realizadas;
• Dentre outras visões que você julgue necessário, lembre-se que não existe uma regra de planejamento, o que existe é organizar suas ideias e mensurar como atingir os seus objetivos.

Para que ele não serve:
• Para tirar seu medo de empreender;
• Eliminar possível fracassos (todos fracassamos e é isto que nos tornam mais fortes);
• Ganhar dinheiro rápido;

Na verdade, o planejamento serve como apoio para tomar decisões atuais, que visam tornar o futuro empresarial mais seguro e saudável. Vale ressaltar que o planejamento estratégico serve para qualquer tipo de empresa, independentemente do porte. Além disso, pode ser utilizado por empreendedores que pretendem abrir um novo negócio e desejam que ele já inicie de forma estruturada.

Por fim, esse processo também é válido para que as empresas definam o caminho que irão seguir, de acordo com o momento pelo qual estão passando.

Ou seja meu amigo, minha amiga, deixe de MEDO e vá empreender, mas faça seu planejamento antes de tudo! Ah! mas eu não tenho empresa, uai então faz um MEI, pronto, agora suas desculpas acabaram!

Um abraço e até mais!

Marketing de Conteúdo: Atrair, converter e fidelizar clientes, esses são os principais objetivos

Marketing de Conteúdo: Atrair, converter e fidelizar clientes, esses são os principais objetivos

Anteriormente falei sobre o processo de compras e todos os diversos acontecimentos que influenciaram para essa mudança: avanços da tecnologia, a internet, a mobilidade, a correria do dia-a-dia, rapidez das informações, compra através de poucos cliques, redes sociais, etc. Essas mudanças no processo de compras geraram uma nova tendência de mudança para as empresas. Elas precisaram mudar sua forma de chegar ao cliente para adquirir sua atenção, pois já se sabe que hoje muitas vezes a decisão de compra acontece antes mesmo do contato com o vendedor.

Leia mais sobre o processo de compras aqui.

Essas estratégias para atrair a atenção do cliente se define muitas vezes na etapa onde o cliente ainda está decidindo entre seu produto ou do concorrente, processo esse que muitas vezes ocorre durante a pesquisa do problema/solução realizado pelo cliente, quando este decobre sua necessidade e pesquisa-se o tema pela primeira vez, considerando saber mais sobre aquele assunto antes de decidir. Empresas que auxiliam seu cliente neste momento geralmente saem na frente, ao solucionar suas dúvidas a empresa ganha credibilidade, confiança e autoridade antes mesmo do processo de compra.

Conteúdos que envolvem a criação de artigos relevantes ganham cada vez mais espaço na luta por reputação e credibilidade na internet, a maior vitrine de produtos e serviços do mundo. Pense atentamente em cada informação que você pode oferecer e que vai dar a segurança de quem de fato entende do assunto.

A internet se tornou o ponto de encontro entre empresas e clientes e, para que este relacionamento dê certo e seja duradouro, é preciso investir em estratégias que não só atraiam o cliente para o seu site, mas que também o façam retornar. Esta é a principal missão do Marketing de Conteúdo, que deve ser planejado de acordo com os objetivos da empresa e o público-alvo em questão.

Mas, na prática, como chegar lá? São muitas as opções de produtos de conteúdo, tanto para empresas B2B quanto B2C: desde posts no blog e ebooks a games, pesquisas de mercado, calculadoras e muito mais. Como saber qual o melhor para atingir os objetivos?

Há uma matriz de decisão interessante que trazemos no infográfico abaixo, que leva em conta o objetivo da empresa (do reconhecimento do cliente à decisão de compra) e o perfil do público-alvo (mais emocional ou racional). Vamos conferir?

Basicamente, a combinação dos dois eixos, o objetivo da empresa na horizontal e o perfil do cliente, na vertical, criam quatro quadrantes, que são:

1.Entreter
Para se relacionar de forma mais emocional com o público e com objetivo de reconhecimento, as opções de produtos de conteúdo seriam: vídeos, quizzes, competições e mesmo posts no blog e ebooks.

2.Inspirar
Na mesma linha mais emocional, porém com objetivo direcionado à conversão, são eficazes: depoimentos de celebridades, reviews de usuários, fóruns abertos à comunidade, ratings e certos eventos.

3.Educar
Para atrair um público mais racional ou que busca conteúdo sobre produtos e serviços corporativos, as opções mais interessantes são: pesquisas de tendências, infográficos como este acima, guias, posts no blog da empresa e ebooks também.

4.Convencer
Se o objetivo é conduzir o público com perfil mais analítico à tomada de decisão de compra, há vários produtos de conteúdo que podem ajudar: exemplos de sucesso e estudos de caso, listas de funcionalidades de produtos, demonstrações de uso, webinars, checklists e calculadoras.

Qual produto escolher?
Mais importante do que focar a atenção em um pool de produtos, é ter uma estratégia bem definida, que contemple uma mescla de formatos para cada etapa do ciclo de compra dos seus clientes. Escolher o máximo de opções (e executá-las com qualidade e foco no público-alvo) certamente traz mais resultados. O problema é que nem sempre o orçamento permite acessar alternativas mais caras, como fazer design de infográficos e desenvolver calculadoras e outras ferramentas dinâmicas, por exemplo. Nessas situações, o ideal é manter o blog corporativo sempre atualizado (para garantir a presença da empresa nas ferramentas de busca) e criar ebooks ou webinars focados em tirar dúvidas pontuais do público, para serem acessados mediante cadastro (permitindo a criação de um mailing de interessados).

Depois, com o tempo e o aumento das conversões, você poderá ir inserindo novas opções de formatos para que seu público acesse e consuma ainda mais conteúdo da empresa.

Ficou claro? Então mãos à obra!
Ah! Este infográfico é da galera da contentools #Obrigado

O QUE É MARKETING DE CONTEÚDO?

O QUE É MARKETING DE CONTEÚDO?

Hoje vamos falar sobre Marketing de Conteúdo. Você sabe o que é isso?
O marketing de Conteúdo é um conjunto de estratégias, que organiza o uso de conteúdo para obter resultados, no nosso caso digitalmente, mas pode ser feito de outras formas também (jornais, revistas, encartes) – ou seja é quando a empresa compartilha o conhecimento que ela tem para informar e atrair um público interessado em seu produto ou serviço.


Não entendi Bruno – Então vamos lá.
Após a internet chegar as nossas vidas, as nossas casas, o processo de compras mudou. Já falamos sobre isso em outras postagens, né? E isso transformou a forma de relacionamento do cliente com as empresas. O que foi ótimo para quem está inserido no mundo digital, pois reduziu custos e aumentou o alcance do conteúdo produzido.

Antes para encontrar conteúdo era necessário ir a uma banca de revistas, uma livraria, uma biblioteca, lá sim, era possível encontrar informações técnicas para solução do seu problema e ainda opções de produtos que eram anunciados nestas mídias e que poderiam ajudar. O que envolvia custos altíssimos e era muito difícil de mensurar, sendo alcançável apenas a empresas de grandes porte que tinham milhares de dólares ou reais para investir em publicidade. Hoje como tudo está online, é possível gerar conteúdo de toda parte. As revistas estão online, as informações são encontradas facilmente em buscadores, portais, sites, etc… tudo podendo ser produzido com baixo investimento, fácil mensuração e sendo possível por empresas de todos os portes, com alcances muito maiores.

O conteúdo deve aproximar o consumidor da empresa, como falamos anteriormente, a empresa deve fornecer o máximo de informações possíveis e soluções antecipando as dúvidas e as dores, para que o consumidor esteja próximo criando um verdadeiro relacionamento com a marca, produto ou serviço, transformando de forma verdadeiramente útil o dia-a-dia do cliente antes mesmo do processo de compra.


Sabe-se que 9 em cada 10 consumidores pesquisam antes de comprar um produto mesmo quando não compram em lojas virtuais e preferem as lojas físicas, eles ainda assim usam a internet para informar e se decidir. A interação portanto, começa neste momento quando dão o primeiro passo, muitas vezes nas ferramentas de busca, depois passando para as redes sociais, fóruns, sites de reclamação, sites, portais, blogs e também pelo site da empresa. Aliás vale destacar que ele (seu site) pode estar na primeira fase de busca, ou apenas na fase final quando procura detalhes técnicos sobre o produto ou serviço.

É necessário compartilhar conhecimento da sua empresa para informar e atrair o publico para obter resultados. Esse conhecimento deve vir através do marketing de conteúdo.


Mas Bruno, meu público não está nas capitais, não é jovem, não faz parte das classes A e B. Será que vale a pena?


Claro que sim! As pesquisas tem revelado que mais de 68 milhões de pessoas acessam conteúdos através de smartphones, e os números de acessos das classes C,D e E vem crescendo a cada ano, assim como a terceira idade que consome não só conteúdo, mas realiza compras e contratação de serviços online.

Mas entre todas as classes e faixas etárias as pesquisas mostram que o mais consumido na internet é: redes sociais, e-mails, vídeos e notícias, ou seja, conteúdo.

Então seu público provavelmente já procura seu mercado, como resolver os problemas deles usando o seu produto ou serviço? O problema é se não é a sua empresa que oferece as informações que ele procura, ai pode ser que o seu cliente esteja encontrando em outros lugares, até mesmo na concorrência. Por isso falo que é tão importante a presença online. Você precisa ser encontrado, o cliente deve ter fácil acesso e contato com você.
Cada empresa precisa se considerar um veículo de mídia. Se sua empresa descobrir isso e colocar em prática uma estratégia de marketing de conteúdo, certamente encontrará muito mais rápido resultados significativos.


Então, você já pensou nas informações que sua empresa pode oferecer ao seu consumidor? Não espere seus concorrentes fazerem algo para você se mexer, saia da zona de conforto e vá produzir!

Quer mais conteúdo? Inscreva-se em meu canal no Youtube Bruno Morais e me siga no Instagram @moraisbruno

Processo de compras

Processo de compras

Como funciona o novo processo de compras. Eu estava na loja observando meus clientes e me lembrei de textos que li e vídeos que já assisti sobre este assunto e resolvi vir falar a minha visão de tudo isto.

A verdade é que algum tempo o processo de vendas e compras vem mudando. Há muito tempo atrás quando eu precisava comprar um produto para minha a casa como por exemplo uma geladeira, eu ia a uma loja e questionava o vendedor sobre quais as opções existentes, modelos, formas de uso, preço e o que me levava a tomar uma decisão de compra era o vendedor. 

Hoje em dia tudo mudou. Se eu realmente fosse comprar uma geladeira, eu iria pesquisar todas as informações da opções disponíveis online, vantagens e desvantagens de cada modelo, assistiria depoimentos de pessoas que já compraram e talvez eu nem fosse a uma loja para concretizar minha compra. Talvez eu comprasse online mesmo e pedisse para entregar na minha casa ou se eu sou daqueles que gosta de tocar no produto antes de receber, poderia pagar online e retirar em uma loja perto da minha residência.

A verdade é que hoje eu, ou o cliente, já chega na loja com as informações de compra daquele produto ou serviço. Já chega na loja sabendo o que é preciso comprar, onde comprar, o preço, como utilizar, pois todas as informações estão a um toque de distância dos nossos dedos. Todas as informações que vão guiar a nossa decisão de compra estão online! E é claro que sai na frente aquelas empresa que fornecem as melhores opções que ajudem o cliente a de fato realizar uma compra melhor.

O poder de decisão saiu das mãos de quem vende, e hoje está nas mãos de quem compra.

O processo de compra é na verdade um passo a passo, que acontece através de pequenas decisões.

1º passo: é quando eu identifico o meu problema, a minha necessidade.

2º passo: é quando eu procuro informações a respeito de soluções para minha necessidade ou problema, o que fazer para solucionar, como evitar que piore ou como fazer para melhorar e etc.

3º passo: é quando eu já li e parei para avaliar as alternativas encontradas.

Você vai buscar informações e provavelmente vai encontrar muita coisa, as vezes até muita encheção de linguiça. A internet hoje geralmente apresenta várias possibilidades de soluções, pois não se limita geograficamente. Desta forma aumentam as opções e vamos precisar avaliar bem para decidir o que é melhor para nós ou para a nossa empresa.

Só depois destes passos vem a decisão de compra. A decisão de compra define as informações técnicas, é quando o cliente questiona informações do serviço ou produto, verifica preço, formas e prazos de entrega, detalhes contratuais e o quão sua oferta é melhor que a de outra empresa similar.

Aqui podemos ver quais os diferenciais entre uma empresa e outra, um produto e outro e aí sim vem a nossa decisão de fazer a compra ou não.

Já ouviu falar sobre “ O importante não é correr atrás das borboletas. É cuidar do jardim para que elas venham até você.” (Mario Quintana) ISTO SE CHAMA PROCESSO! LEMBREM-SE SEMPRE DISTO!

Então… é preciso ir além do que todos já oferecem para mostrar seu diferencial, é preciso mais que descrição de produtos e e um discurso de vendas para conquistar de verdade seus clientes. A sua empresa precisa ajudar seu cliente a resolver suas dores, seus problemas, tirar suas dévidas, trazer soluções reais antes mesmo da venda.

Quer vender mais? ofereça complementos, explique o motivo, seja verdadeiro, venda apenas o necessário, não empurre ao seu cliente algo que ele não precisa.

Pense bem que informações úteis sua empresa pode oferecer para ajudar seu cliente na decisão de compra? 

Quais conhecimentos que você detém e que podem seus importantes ao seu cliente?

Como ele fica sabendo de você? Como te encontrar online?

Pense nisso. Responda. 

O processo de compras não é igual para todo mundo, pense bem na hora de vender seus produtos e serviços, um abraço e até mais!

Plano de negócios

Plano de negócios

O Plano de negócios é uma ferramenta importante antes de abrir o negócio e a da mudança que se espera realizar. É fundamental na hora de ampliar um negócio. É sempre bom planejar e ter um consigo, sendo alterado e reconstruído de acordo com os objetivos da empresa.

Isso evitará que você acabe passando por dificuldades que poderiam ser evitadas, por não terem sido planejadas devidamente. O Planejamento deve, além de conter idéias, encontrar o ponto comercial ideal, conhecer custos, fornecedores, saiba que planejar é fundamental. Com a elaboração do seu Plano de Negócio, você irá verificar se a sua ideia de negócio é viável, reduzindo riscos e incertezas, identificando pontos fortes e fracos para ajustar ou planejar o seu empreendimento.

O plano de negócios precisa traçar um retrato do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor. É preciso incluir nele informações detalhadas do seu ramo, produtos e serviços, clientes, concorrentes, fornecedores e, principalmente, pontos fortes e fracos do negócio, contribuindo para a identificação da viabilidade de sua ideia e da gestão da empresa.
Por meio do Modelo de Desenvolvimento para Planos de Negócio, você poderá elaborar seu plano de negócio passo a passo. Ele te ajudará a:

  • Organizar as ideias ao iniciar um novo empreendimento.
  • Orientar a expansão de empresas já em atividade.
  • Apoiar a administração do negócio, seja em seus números, seja em estratégias.
  • Facilitar a comunicação entre sócios, funcionários, clientes, investidores, fornecedores e parceiros.
  • Captar recursos, sejam financeiros, humanos ou parcerias.
    Mãos à obra nesse importante passo para a concretização do seu negócio!
  1. Iniciando o plano de negócio
    Essa parte é a apresentação da sua empresa e negócio. Ela deve conter um resumo do que será o empreendimento, produto ou serviço. Nesta parte você precisa colocar suas principais ideias, a missão, o mercado, o perfil dos empreendedores, os produtos, os serviços, seus principais beneficios, o segmento de clientes que será atendida, a localização da empresa, o investimento total, os indicadores financeiros, forma jurídica e enquadramento tributário.
    São cinco itens básicos de um sumário executivo:

• Ser simples

• despertar o interesse de quem lê

• transmitir o profissionalismo da empresa

• destacar as conclusões mais importantes

• fornecer uma versão geral e clara do plano
(Exatamente por ser um resumo. deixe esta parte por último.)

2. Análise de mercado
Para colocar um produto ou serviço no mercado sabemos que é essencial conhecer seus clientes, concorrentes e fornecedores para traçar metas sólidas e eficazes. O primeiro passo é conhecer os clientes que você irá atender, o seu segmento de mercado. Segmento de mercado é conjunto de pessoas, empresas ou instituições com características em comum.

Para segmentar pergunte-se:

Quem está comprando?

O que está comprando?

Por que está comprando?

Importante saber os habitos de compra, renda, nível cultural, estilo de vida. Se o cliente é uma empresa, saiba como e quem define as compras. Estas respostas definirão os canais de distribuição que você irá utilizar, ações promocionais, planos de comunicação e politicas preços a serem aplicadas.

A concorrência deve ser avaliada de acordo com sua posição de mercado. Voce deve conhecer os produtos e serviços dos concorrentes, benefícios, preços? Como vendem, porque os clientes compram deles? E porque deixam de comprar? Já o mercado fornecedor é formado por pessoas ou empresas que lhe fornecerão materiais e equipamentos, produtos e serviços. Mantenha este cadastro sempre atualizado, pesquise o melhor preço, a qualidade, condições de pagamento, quantidade mínima e o prazo de entrega. Com a análise de mercado bem feita, você economiza recursos, dando um tiro certeiro no seu objetivo.

3. Qualidade e custo-benefício
Depois de traçar o perfil do público-alvo, é importante pensar no posicionamento do seu produto. Como ele será visto pelo mercado? É um produto de boa qualidade e com bom custo-benefício? De qualidade e com um preço acima da média?
É importante saber o valor que o seu produto carrega, tanto no preço quanto na qualidade, para tomar decisões específicas quando for anunciá-lo. Conhecer o que está vendendo ajuda a convencer outras pessoas a comprá-lo.

4. Operacional e financeiro
Concluídas as etapas de estudo da ideia do negócio, é hora de verificar a melhor maneira de colocar em prática. É a hora de elaboração dos planos operacional e financeiro. Aqui você demonstra como irá desenvolver e comercializar os seus produtos os serviços.
Você descreve como irá fazer para produzir, executar e realizar serviços. Faz as estimativas sobre a capacidade produtiva ou de quantos clientes consegue atender por mês, além de traçar quantos serão os funcionários e as tarefas de cada um. Aqui você também deve colocar o que será necessário para realizar o serviço, equipamentos necessários, matéria prima necessária, e o tempo para cada execução, isso se chama Capacidade Instalada. Ela é influenciada pelo número de funcionários, treinamento, produtividade dos equipamentos, a disponibilidade dos fornecedores e a capacidade de distribuição e entrega.
É bom colocar um layout com a distribuição das funções, processos, com equipamentos e pessoas dentro do ambiente físico.
Descreva os cargos e qualificações para ocupá-los. Caso não tenha aberto a empresa ainda, irá te guiar na hora de selecionar curriculos e montar sua equipe.
No plano financeiro, o empreendedor terá noção do quanto deve investir para concretizar a empresa. O documento deve conter, basicamente, as estimativas de custos iniciais, despesas e receitas, de capital de giro e fluxo de caixa e de lucros. Monte tabelas claras e de facil compreensão.
*Dicas para fazer um bom plano financeiro e operacional:

  • Apresentar cada item com detalhes, etapa por etapa, para oferecer um panorama inicial de operacionalização do negócio, com o objetivo de evitar desperdícios e otimizar as rotinas.
  • Os custos pré-operacionais devem ser projetados, identificando o que será necessário adquirir para que a empresa seja aberta, como o aluguel, a reforma do espaço e as taxas de registro.
  • A lista de equipamentos (ferramentas e veículos, elementos de que a empresa precisará para funcionar) entra no grupo dos investimentos fixos.
    Nesse momento, deve ser observada a necessidade imediata de cada item ou até mesmo se alguns deles podem ser alugados ou terceirizados.

5. Avaliação do plano de negócio
Pronto, seu plano de negócio está completo! Mas o serviço não acaba por aí. Planejar significa antecipar situações e preparar-se para elas, o Plano de negócios pode ser o processo ideal, Não fique ansioso em ver a empresa em funcionamento, planejar com calma é fundamental para reduzir erros, erros estes que podem acabar atrapalhando nas etapas de captar recursos e gerenciar.
Mais uma vez repito. Um bom planejamento é fundamental! (Veja o método PDCA que escrevi anteriormente)

O principal motivo de montar um plano de negócios é criar um base para te guiar a gerenciar sua empresa, abrir um negocio não é fácil. É preciso saber que não será fácil e necessitará de muito trabalho e dedicação; caso seja necessário ajuste as informações durante o processo e estimativas de receitas e custos. Apresente suas ideias para clientes, veja o que acham, se concordam com isso, peça opniões, pesquise e estude. Prepare-se para ter máximo possível de informações, conhecimento e esteja preparado para o mercado que deseja entrar. Faça cursos, assista palestras, faça estudos, consultorias, busque tudo que puder auxiliá-lo na sua caminhada prática de gestão.


Participe de feiras e eventos para o seu mercado consumidor, informe-se sobre empresas e empreeendedores que admira, tenha bons sócios e escolha-os de acordo com suas competências profissionais. Defina os deveres de cada sócio.
Defina aqui quanto será as cotas de cada um e o que acontecerá com a empresa em acaso de separação ou morte. Defina também o que será feito com os lucros. Documente e registre tudo que for acordado.

Busque mentores, encontre pessoas que possam te orientar, das sugestões, tirar dúvidas, recomendações, exemplos. O preço deve estar acima do preço de custo e coerente com as práticas de mercado, para que suas projeções de mercado estejam corretas e de acordo com sua capacidade de entrega, além de compatíveis com seus canais de distribuição e comunicação.

Dentro de seu planejamento financeiro faça projeções de fluxo de caixa, quanto vai precisar para abrir o negócio, e depois de quanto tempo seu caixa ficará positivo?

Conheça a rentabilidade do seu negócio. Ela é o seu lucro líquido dividido pelo seu investimento e indica quanto do investimento está sendo recuperado. Buscar empréstimos com frequência pode compromenter a rentabilidade. Sempre que possível utilize recursos próprios enquanto for pequeno.

Agora, é hora de avaliar cada detalhe e colocar o plano em prática.

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Espero ter ajudado, um abraço e até a próxima!